PRODUTOS PERIGOSOS - CLASSES E DIVISÕES
Requerimentos específicos para marcação e etiquetagem de volumes de produtos perigosos está contida na regulamentação IATA/ICAO. Uma etiqueta de risco possui as seguintes características: formato de diamante (45°) e símbolo de identificação do risco em seu canto inferior.
Os produtos perigosos possuem as propriedade reunidas em uma das nove classes ou divisão de risco das Nações Unidas. O risco menor de cada substância é descrito como risco secundário:

CLASSE 1 - EXPLOSIVOS
Possui 6 divisões de risco. A letra indica o grupo de compatibilidade.
Somente os explosivos da divisão 1.45 são aceitos para transporte em aeronaves de passageiro, exemplo: estopim de segurança (UN0105 - Fuse, safety)
1 - Grupo de Compatibilidade é indicado pela letra que aparece no canto inferior acima da classe da substância (seção 3 do manual) Exemplos: sinais de socorro, estopim de ignição, estopim de segurança, sinais de fumaça.

CLASSE 2 - GASES
Inclui gases inflamáveis, não inflamáveis, liquefeitos, dissolvidos sobre pressão, ou profundamente refrigerado como nitrogênio líquido.
Exemplos: Divisão 2.1 (butano, hidrogênio, propano, acetileno, isqueiros); Divisão 2.2 (dióxido de carbono neon, extintor de fogo, gás refrigerado a baixa temperatura, Nitrogênio e Hélio); e Divisão 2.3 (aerosol de baixa toxidade, dispositivos de gás lacrimogênio).

CLASSE 3 - LÍQÜIDOS INFLAMÁVEIS
Líquidos ou misturas de líquidos contendo sólidos em solução ou suspensão com a base de definição baseada no ponto de inflamação (flash point).
Exemplos: tintas, álcoois, alguns adesivos, acetona, petróleo etc.

CLASSE 4 - SÓLIDOS INFLAMÁVEIS
Compreende sólidos inflamáveis, substâncias possíveis de combustão espontânea e substâncias que quando em contato com a água emitem gases inflamáveis ou podem se inflamar espontaneamente.
Exemplos: Divisão 4.1 (fósforos, nitronaftalina e alguns autoreativos); Divisão 4.2 (fósforo branco ou amarelo, magnésio); e Divisão 4.3 (sódio e lítio).

CLASSE 5 - SUBST. COMBURENTES/PERÓXIDOS ORGÃNICOS
Exemplos: Divisão 5.1 (fertilizante à base de nitrato de amônia e cloreto de cálcio); e 5.2 (água oxigenada e hidroperóxido de butil).
Nota: por peróxido entende-se o óxido em que existem dois átomos de oxigênio diretamente ligados e que formam água oxigenada pela ação de ácidos diluídos. Óxido é um composto binário de oxigênio e outro elemento.

CLASSE 6 - SUBSTANCIAS TÓXICAS (VENENOSAS) E INFECCIOSAS
Exemplos: Divisão 6.1 (arsênico, nicotina, cianido, pesticidas, r estricnina alguns totalmente proibidos como bromoacetona) e 6.2 , ( HIV, hepatite, raiva, doenças da boca e do pé, e resíduos clínicos e médicos).

CLASSE 7 - MATERIAIS RADIDATIVOS
Possui três categorias de risco de materiais não físseis que determina o nível de radiação total do volume, Exemplos: césio 157 e cobalto 60

CLASSE 8 - CORROSIVOS
Substâncias que causam danos para tecidos humanos, outras mercadorias ou ação química na aeronave. Exemplos: ácido sulfúrico e mercúrio

CLASSE 9 - DIVERSOS
Ditonito de zinco; Equipamentos de sobrevivência; Gelo seco; Máquinas com motores de combustão interna incorporados; Pedras poliméricas; Cadeira de rodas elétrica; Substâncias perigosas em volta; e Veículos autopropulsados. (*) Autor não identificado. Colhido na rede e repassado pelos internautas em e-groups.

São consideradas Cargas Perigosas:
. Produtos inflamáveis
. Produtos químicos
. Materiais corrosivos
. Materiais radioativos

O TRANSPORTE
O transporte de artigos perigosos só pode ser efetuado mediante apresentação de documentação específica e adequação às normas emanadas pelo DAC, IATA e ICAO. Além disso, é necessário que a carga tenha reserva confirmada para todos os trechos da rota pretendida.

Aceite
Cargas perigosas devem ser embarcadas em embalagens especiais, salvo algumas exceções.
A Regulamentação de Artigos Perigosos da IATA define as especificações de embalagens para artigos perigosos e limita a quantidade máxima permitida por embalagem, de acordo com o número de referência das Nações Unidas para cada produto.

Documentação

• Declaração do Embarcador Para Artigos Perigosos (Shipper's Declaration), assinada pelo embarcador.
• Lista de dados de segurança do material (Material Safety Data Sheet).

• Para alguns artigos, outros documentos também serão exigidos. Essa documentação varia de acordo com uma
série de fatores que dependem da classe do artigo, sua periculosidade, país de origem, destino da carga, etc.

• Para substâncias da classe 7, material radioativo, por força de regulamentação brasileira, é obrigatório a autorização do CNEN Comissão Nacional de Energia Nuclear para transporte dessas substâncias em território nacional.

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